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Mesmo suspensa a greve, aulas não serão iniciadas no campus de Paranaguá

por publicado: 12/02/2015 18h44 última modificação: 30/10/2018 12h06

Mesmo com a suspensão da greve em algumas unidades, o campus da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) de Paranaguá ainda não iniciará as aulas na segunda-feira, 16. Em virtude das condições do prédio do campus, o Conselho de Campus foi convocado para reunião na próxima terça-feira, 17, quando discutirá possibilidades alternativas. O encontro será realizado às 14 horas, na própria sede.

Segundo o diretor do campus, professor Mauro Stival, as obras foram iniciadas em novembro com previsão de término no início do ano letivo de 2015. No entanto, com a falta de pagamento por parte do governo do estado, as empresas responsáveis pela obra diminuíram o ritmo dos trabalhos até sua paralisação total entre janeiro e fevereiro.

O valor que consta como liquidado, mas que ainda não foi pago para as empreiteiras é de pouco mais de R$ 55 mil. Embora não representa o total necessário para a conclusão das obras, o recurso refere-se à remodelação dos seis banheiros do prédio, reforma de dez salas com a troca de piso, janelas, instalação de ar condicionado e pintura, bem como a remodelação de outras três salas com troca de piso e pintura.

Uma proposta de solução temporária a ser discutida entre os conselheiros é a de que parte das atividades inicie em escolas estaduais de Paranaguá e outra na própria sede. Isso, até que toda a obra seja encerrada. Além disso, a proposta está condicionada a conclusão de quatro banheiros no prédio do campus para assistência dos acadêmicos.

Em relato da direção, sem a conclusão dos banheiros, não há nenhuma possibilidade de iniciar o ano letivo. Por isso, reforça a necessidade do pagamento das parcelas vencidas e não pagas as empresas executoras da obra.

O reitor e a equipe de gestão da Unespar têm tratado da questão junto às secretarias de estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI) e da Fazenda (SEFA). Inclusive, nesta semana, os empenhos liquidados foram entregues pessoalmente pela direção da SETI para serem pagos pela SEFA, mas ainda não houve indicativo da liberação dos recursos.