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Campus de Apucarana elege chapa Unespar em Movimento para os cargos de diretor e vice-diretor

Geral, Ensino

O resultado foi homologado hoje (8)
por Marina Santos Daum publicado: 07/05/2026 15h14 última modificação: 07/05/2026 16h56

O campus de Apucarana elegeu, nessa segunda-feira (4), José Ricardo dos Santos e Antonio Pereira da Silva para os cargos de diretor e vice-diretor, respectivamente. O resultado deste processo democrático foi homologado nesta sexta-feira (8).

José Ricardo dos Santos é professor do colegiado de Matemática e Antonio Pereira da Silva, de Ciências Econômicas. Ambos ingressaram na Unespar em 1991, quando o campus ainda se chamava Faculdade de Ciências Econômicas de Apucarana (Fecea). Os recém-eleitos representarão o campus pelos próximos quatro anos.

Confira a entrevista que o Setor de Comunicação fez com os docentes.

P: O que motivou a candidatura da chapa?

R: Inicialmente da disposição em contribuir com as melhorias que o nosso campus precisa. A candidatura da chapa ‘Unespar em Movimento’ nasce do fruto da nossa experiência em gestão, acumulada ao longo do tempo em organizações públicas e privadas. Na Unespar, passamos por coordenações de cursos, direção de centro, participações em várias comissões dentro dos Conselhos Superiores e em processos administrativos.

Estamos muito conscientes do desafio de assumir a direção do campus, porém, também motivados. Pretendemos retirar os projetos existentes do papel, e realizar um planejamento estratégico para uma gestão técnica, pautada na eficiência administrativa e na melhoria contínua das condições de trabalho e estudo para toda a comunidade acadêmica.

 

P: Quais as metas para os próximos quatro anos?

R: Em um primeiro momento queremos recepcionar as sugestões da comunidade acadêmica sobre o que é mais urgente e imprescindível. A princípio, é urgente e necessário a entrega de obras de infraestrutura com foco na redução de prazos, dada a emergência de determinados setores. Entre as principais metas, destacam-se a execução do projeto elétrico, que inclui a substituição de transformadores, climatização e internet de qualidade, acelerar a reforma da biblioteca e acessibilidade, assegurando plena conformidade com a Lei n.º 13.146/2015. Garantir o acesso à Universidade para todos, com inclusão e a permanência dos estudantes.

 

P: Em sua visão, quais desafios enfrentarão?

R: O principal desafio reside na gestão de prazos e contratos que demandam os processos licitatórios, garantindo que as obras ocorram de forma mais rápida possível e com o mínimo de impacto na rotina acadêmica. Destaca-se também a necessidade de encontrar equilíbrio entre a manutenção preventiva das estruturas existentes e os novos investimentos, pois os procedimentos demandam determinação e vigilância constante.

 

P: Como vocês enxergam esse novo curso de Medicina?

R: É um divisor de águas! Medicina traz visibilidade e recursos para o campus e os benefícios serão extensivos a toda a região. A expectativa é de que o Governo, além de autorizar a abertura do curso, destine os recursos necessários para laboratórios, toda estrutura física e acadêmica do curso de medicina, bem como melhorias que tenham abrangência em todo o campus, possibilitando avanços aos demais cursos para que possam potencializar as atividades de ensino, pesquisa e extensão.

A efetivação da implantação e manutenção do curso de medicina trata-se de um projeto de elevada repercussão social, e pode influenciar a dinâmica socioeconômica e assistencial da nossa região. Então ganha a Universidade, ganha a comunidade com um todo.

 

Para conhecer a carreira acadêmica dos docentes, acesse seus currículos Lattes: José Ricardo dos Santos é mestre em Engenharia de Produção pela UFSC e Antonio Pereira da Silva é doutor em Serviço Social e Políticas Sociais pela Universidade Estadual de Londrina.

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